Desde 1976 cultivando o Espírito do Rugby em Campinas
Campinas, 6 de setembro de 2010
Mais informações:



Treinos:

SEGUNDAS FEIRAS:

ESCOLINHA
para Menores de 18 anos
Horário: 20h30min
Local:
Quadra de areia da DECATHLON CAMPINAS


Comparecer com material (vestuário) apropriado para treino.
Inscrições pelos telefones: 19-97868223 ou 19-91349142
ou e-mail:
contato@jequitibarugby.com


SABÁDOS


Horário: 16h00min
Local: ITINERANTE, CONFIRME O LOCAL DO TREINO NO CALENDÁRIO QUE CONSTA NO FÓRUM


Comparecer com material (vestuário) apropriado para treino.
Restrito aos sócios do Jequitibá Rugby Clube.

TERÇAS E QUINTAS-FEIRAS:
Horário: 19h00min
Local: FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA - UNICAMP

CAMPO POLIESPORTIVO 

Comparecer com material (vestuário) apropriado para treino.

Restrito aos sócios do Jequitibá Rugby Clube

 

SEGUNDAS E QUARTAS -FEIRAS:
Horário: 12h00min
Local:
Campo de futebol da FEF - UNICAMP

Comparecer com material (vestuário) apropriado para treino.

Restrito aos sócios do Jequitibá Rugby Clube

 

 

 

 
 


 

O RUGBY BRASILEIRO E A NECESSIDADE DE ADOÇÃO DE NOVOS PARADGMAS.

Data: 01/10/2008

Nos anos 70 quando me iniciei no esporte, num clube de porte médio na Argentina, não imaginava que o esporte atingisse a magnitude que alcançou 20 anos depois (no país e na minha vida). Naquela época a gente não estava muito preocupado com as decisões da U.A.R., nós queríamos jogar. No clube, na escola, nos momentos livres que tínhamos.
Aprendemos a respeitar nossos treinadores, dirigentes, companheiros de jogo, mesmo de outros clubes ou colégios, pois todos queríamos o mesmo, jogar, mostrar que Rugby não era um jogo bruto mas sim um esporte muito gratificante, nobre e cheio de ensinamentos. E a Argentina conseguiu; disseminou um esporte desconhecido, muitas vezes mal visto ou não totalmente compreendido. O Rugby se espalhou e cresceu.
Cresceu em número de participantes e tecnicamente, cresceu na importância que ocupa no esporte nacional e na importância econômica deste mesmo cenário, atraindo hoje investimentos inimagináveis nos meus primeiros passos esportivos.
Muito bem, e daí, vocês podem pensar e o que a gente tem a ver com isto?
Tudo, ou será que alguém ligado ao Rugby Brasileiro nunca pensou como seria bom se aqui se jogasse como na Argentina, ou se o esporte fosse divulgado como é na Argentina, e.t.c. Pois é, a gente costuma comparar resultados, mas será que analisamos como e em que momento foram conseguidos? O que foi feito no Brasil nos últimos 30 anos para se chegar ao mesmo ponto, ou será que se as mesmas ações em momentos tão diferentes política e principalmente econômicos, atingiriam o mesmo resultado?
Sem dúvida o Rugby Brasileiro cresceu e muito nos últimos 30 anos, principalmente tecnicamente. Mas ainda existe um limitador muito grande para o crescimento do Rugby Brasileiro. Hoje somos poucos jogadores, menos dirigentes e muito menos espectadores. Todos com muita vontade de ver o esporte crescer e se desenvolver, todos conscientes do potencial do cenário nacional. Mas a grande dúvida é como atingir estes objetivos, como atrair investimentos no esporte com um número reduzido de participantes (jogadores e principalmente público)? Como aumentar o número de participantes sem investimentos na área? Nos encontramos num círculo vicioso. Esta situação se mantém a muito tempo, e mantém os envolvidos no esporte num estado de insatisfação e cobrança que só alimenta o círculo. O grande dilema é como quebrar esta situação, qual o modelo a ser seguido.
Sem dúvida não existem fórmulas mágicas, muitos pensam que o processo deve caminhar naturalmente até se atingir um estágio onde a quebra com os padrões atuais serão naturais e o crescimento inevitável. Outros opinam que o poder público ou as instituições esportivas devem intervir e gerar o crescimento desejado por nós.
Minha opinião pessoal é que devemos procurar o nosso modelo, resgatando dentro de nós os valores e ensinamentos trazidos por este maravilhoso esporte. Resgatar a ação pessoal de pegar a bola e ir para a frente, dar apoio a quem está com a bola, seguir e respeitar o capitão da equipe colaborando com ele mesmo que isto signifique não tocar na bola, e principalmente respeito pelo adversário, o árbitro, o público e todos aqueles que ejetam dentro ou em volta de um campo de Rugby. Se a gente conseguir manter estes valores vivos dentro de nós, se o respeito se tornar uma constante para os nossas ações cotidianas, não tem como o nosso esporte não crescer ou atrair novos adeptos.
Pôr isso tracemos os nossos objetivos (try), sigamos as diretrizes do nosso técnico, apoiemos os nossos companheiros (todos os envolvidos com o Rugby), respeitemos os nossos adversários (aqueles que não pensam como nós), e push que o jogo está em andamento e somos todos nós que temos que empurrar para a frente.

Carlos Javier Pazos C.R.E.F.4/S.P.1205/02


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